domingo, 22 de novembro de 2009

últimas semanas de Ensino Médio...

que aflição!

Estar quase concluindo o Ensino Médio é deprimente. Darei adeus, então, à segurança do colégio para ingressar em uma sociedade completamente diferente desta que atuo: estudantes palhaços-insanos-infernais jogadores profissionais de bolinhas anônimas.

Em que outra situação um professor se preocuparia tanto que aqueles seus ouvintes tomem conhecimento da realidade.

E os idiotas básicos que nos fazem rir à toa de banalidades, eles existirão fora do âmbito escolar?

E quando fizermos comentários idiotas na faculdade, nos chamarão de estudantes de Ensino Médio??? Mas era tão bom...

O pior não é isso. Não imagino-me pagando minhas próprias contas, sustentando uma casa, seja o que for, a dependência será sempre melhor. Adeus lanchinhos na hora do "recreio"!



E quando eu subir de cargo, não me chamarão comicamente de CDF, mas ambicionarão o sucesso. Pior ainda, se você era cdf no EM, azar o seu, o meu, no caso, (coisas que se deve saber antes de entrar no Ensino Superior.)

Meus pais não serão chamados quando, no meu trabalho, eu faltar. Eu serei responsável pela minha própria defesa!

Poxa, e eu nem sei tirar dinheiro no banco.

domingo, 21 de junho de 2009


"Eu vejo a vida melhor no futuro. Eu vejo isso por cima de um muro de hipocrisia que insiste em nos rodear. Eu vejo a vida mais clara e rara, repleta de toda satisfação que se tem direito do firmamento ao chão. Eu quero crer no amor numa boa e que isso valha pra qualquer pessoa que realizar a força que tem uma paixão. Eu vejo um novo começo de era, de gente fina, elegante e sincera com habilidade pra dizer mais sim do que não. Hojeotempovoa, amor, escorre pelas mãos, mesmo sem se sentir, e não há tempo que volte, amor, vamos viver tudo que há pra viver, vamosnospermitir. " { LULU SANTOS }

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Acadêmicos no Busão

De uns dias pra cá tenho sido mais simpática com os contatos sociais secundários: dar "Bom dia" pro motorista do ônibus, pedir "licença" para sentar ao lado de alguém, ceder lugar pros outros, e por aí vai.

Certa vez, pedi desculpas a uma mulher por ter pisado em seu pé.
Situação normal:
- "desculpa?"
- " desculpada."
fim!!!

Mas, de repente, ela já estava me falando sobre a carta de aniversário que escreveria para o sobrinho!
Céus! Como as pessoas são sedentas em dedos de prosa!
E eu, com a boa educação que os meus pais me passaram, a ouvi. A conversa -a dela, pois eu só ouvia e balançava a cabeça- parecia eterna.
Lembro-me que ela me disse que fazia curso de Direito, que gostava de ler muito, e etc... Até que ela me mostrou a carta, de autoria dela, que ela iria entregar pro sobrinho. (Pra quê?)
A primeira frase dizia alguma coisa sobre " aver pessoas... jente...".

Cursar faculdade deve ter sido um pretexto dela para conversar comigo, né?

Teria sido melhor, ou menos pior, se ela não tivesse dito nada sobre sua "vida acadêmica".
Estou com trauma. Agora, em situações parecidas peço desculpa pras pessoas, viro a cara e leio um livro.